Em 1998 surge o Game Boy Color, já com um écrã a cores e a capacidade de reproduzir os antigos jogos dos seus antecessores. A nova tecnologia trouxe um écrã LCD de baixo consumo de energia e transmissão de dados por infra-vermelhos em jogos compatíveis. Aproveitando o sucesso da série Pokémon, a Nintendo produziu uma versão especial da consola com um Pikachu estampado, chamado de Game Boy Color: Pikachu Edition.
Em 2001, a Nintendo inova com o Game Boy Advance. Este foi criado para usar dois CPUs (um CPU RISC a 32-Bites e o comum Z-80 de 8-Bites) e com um écrã de 2.9" a trabalhar com uma resolução de 240 x 160 pixéis e paleta de 32.000 cores. A consola possui um formato horizontal e recebeu a adição dos botões L e R. A energia é obtida através de duas pilhas AA. Conta também com um gerador PCM de som estereofónico, um cabo para ligação entre consolas para jogos multiplayer até 4 jogadores e, mais tarde, com a GameCube. Como continua a ter um Z-80 no seu interior, o Game Boy Advance é compatível com todos os jogos anteriores dos Game Boy e Game Boy Color.
Em 2002 saiu o Game Boy Advance SP com apenas 142 gramas, foi uma revolução na indústria de portáteis e que pode ser levado no bolso da camisa. Possui iluminação própria e bateria interna com uma duração de aproximadamente 10 horas. Vendeu 42,8 milhões de unidades em todo o mundo. Esta versão da consola tem, no entanto, um ponto fraco, já que não podem ser utilizados fones de ouvido que não sejam fornecidos pela Nintendo, uma vez que a entrada dos mesmos na consola é semelhante à da bateria.
No ano de 2005, a Nintendo lançou o Game Boy Micro, que possui a mesma tecnologia do Game Boy Advance, mas remodelado com linhas mais futuristas, frente destacável e écrã menor mas bastante nítido e iluminado. Herdou do GBA SP a bateria de lítio e vendeu por todo o mundo 2,5 milhões de unidades.
Game Boy Roms
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